O médico Gustavo Khattar de Godoy foi absolvido por unanimidade pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) em um processo que investigava sua atuação no Hospital Ouro Verde, em Campinas. A denúncia, amplamente divulgada em 2018, surgiu após fiscalizações que identificaram dificuldades operacionais na unidade municipal, como falta de estrutura adequada, demissões, atrasos nos pagamentos de honorários médicos e a desativação de leitos essenciais, incluindo os de UTI pediátrica.
Todavia, após análise criteriosa, o CREMESP concluiu que Gustavo Khattar de Godoy agiu de maneira ética e responsável, afastando qualquer irregularidade em sua conduta profissional. Assim como um maestro que rege sua orquestra sem falhas, sua atuação foi reconhecida como correta diante do cenário administrativo conturbado da instituição, ganhando assim a confiança e o respeito de seus colegas e da comunidade médica.
Como a análise das provas reforçou a ética na atuação médica?
Gustavo Khattar de Godoy, enquanto atuava na assistência a pacientes, foi incluído em uma denúncia ao lado de outros profissionais, sob a alegação de envolvimento em irregularidades. No entanto, após uma análise minuciosa das provas, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) concluiu que as acusações contra ele eram infundadas. As investigações absolveram o médico Gustavo Khattar de Godoy de qualquer responsabilidade pelas falhas administrativas.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) ressaltou a necessidade de diferenciar a atuação médica das responsabilidades administrativas ao analisar o caso. Durante todo o período, Gustavo Khattar de Godoy manteve uma postura ética e profissional, focando no atendimento aos pacientes e esforçando-se para reduzir os impactos das limitações estruturais do hospital. Essa conduta foi fundamental para a decisão unânime que resultou em sua absolvição.
No período em questão, o hospital enfrentou diversas denúncias relacionadas à redução de serviços, suspensão de cirurgias e deficiências no atendimento de setores essenciais, como a UTI. Relatórios apontaram problemas administrativos, incluindo atrasos no pagamento de profissionais e contratos firmados com médicos terceirizados. Entretanto, ficou comprovado que essas questões não eram de responsabilidade de Gustavo Khattar de Godoy, o que reforçou sua isenção em relação às acusações.
Como a justiça médica protege profissionais de acusações infundadas?
O advogado Sergio Domingos Pittelli, responsável pela defesa de Gustavo Khattar de Godoy, considerou a decisão do CREMESP uma vitória significativa tanto para seu cliente quanto para a classe médica. Segundo Pittelli, a absolvição reforça a importância dos conselhos de medicina na condução de julgamentos justos e imparciais, protegendo profissionais de acusações infundadas. Ele também destacou a necessidade de uma análise criteriosa em processos éticos, especialmente em casos complexos que envolvem questões administrativas e médicas.
Para a defesa, a decisão do CREMESP representa o reconhecimento da conduta ética de Gustavo Khattar de Godoy, evidenciando a importância de resguardar profissionais que atuam com responsabilidade, mesmo diante de adversidades. Além de encerrar o caso de forma justa, a absolvição fortalece a confiança na classe médica e no seu papel essencial na sociedade, garantindo que princípios éticos e a qualidade do atendimento à saúde sejam preservados.
Em suma, a decisão unânime do CREMESP em absolver Gustavo Khattar de Godoy reafirma a importância da análise criteriosa dos fatos e da distinção entre responsabilidades médicas e administrativas. O caso evidencia a relevância dos conselhos de medicina na condução de julgamentos justos e imparciais, protegendo profissionais que atuam com ética e compromisso, mesmo em cenários desafiadores.