A agricultura brasileira vive um momento de transformação, impulsionada pela tecnologia e pela necessidade de produzir mais com menos impacto, e como destaca Aldo Vendramin, empresário e fundador, a produtividade moderna não depende apenas de maquinário ou insumos, ela começa com informação de qualidade.
Nesse cenário, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) se tornou uma das ferramentas mais importantes para orientar o plantio, proteger investimentos e fortalecer o futuro sustentável do agronegócio. Mas qual seu papel na rotina e no desenvolvimento da produção? Como posso utilizá-la na minha produção?
Saiba isso e mais no artigo a seguir.
O que é o ZARC e por que ele é essencial?
O Zoneamento Agrícola de Risco Climático foi criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para indicar as melhores épocas e regiões para o plantio de cada cultura agrícola. Ele é feito com base em dados climáticos, geográficos e de solo, o ZARC define onde e quando é mais seguro cultivar, reduzindo perdas e ampliando a eficiência da produção.

Segundo o senhor Aldo Vendramin, essa política pública é um exemplo de como o conhecimento técnico pode gerar resultados práticos. Ao cruzar informações de décadas de registros meteorológicos, o zoneamento ajuda o produtor a evitar eventos extremos, como estiagens, geadas e excesso de chuvas, fatores que representam grande parte das perdas no campo brasileiro.
Produtividade com segurança
Além de orientar o plantio, o ZARC é uma das bases do Plano Safra, já que o crédito rural e os seguros agrícolas consideram suas recomendações para liberar financiamentos e coberturas. Isso significa que seguir o zoneamento não é apenas uma boa prática: é também uma garantia de viabilidade econômica, informa Aldo Vendramin.
A sustentabilidade financeira do produtor depende da previsibilidade, e ao adotar o ZARC, ele planeja de forma mais segura, protege sua renda e reduz a necessidade de subsídios ou renegociações futuras, conforme menciona o empresário. É um modelo que une eficiência produtiva e responsabilidade ambiental, alinhado às novas exigências do mercado global.
Mitigação de riscos e adaptação climática
Os impactos das mudanças climáticas estão cada vez mais presentes no campo, as temperaturas elevadas, secas prolongadas e eventos extremos exigem que o produtor rural seja também um gestor de risco, explica Aldo Vendramin. Nesse contexto, o ZARC é uma ferramenta estratégica de adaptação climática, pois oferece parâmetros científicos que ajudam a readequar práticas agrícolas conforme o comportamento do clima.
O produtor moderno precisa entender que o risco climático é parte da gestão, e não um fator imprevisível. Portanto, com o uso inteligente dos dados do ZARC, é possível reduzir perdas, otimizar o uso da água e planejar safras mais sustentáveis.
A tecnologia como aliada no campo
O ZARC está cada vez mais acessível, com o aplicativo Plantio Certo, lançado pelo MAPA, qualquer agricultor pode consultar o zoneamento diretamente no celular, com informações atualizadas por cultura, município e tipo de solo. Essa digitalização torna o planejamento mais ágil e democratiza o acesso à informação técnica, beneficiando desde pequenos produtores até grandes propriedades.
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Como evidencia o senhor Aldo Vendramin, essa integração entre tecnologia e gestão rural representa um salto de eficiência e inclusão. Quando o conhecimento chega à palma da mão do produtor, a agricultura se torna mais justa, inteligente e preparada para o futuro.
Sustentabilidade e governança agrícola
Mais do que produtividade, o ZARC também fortalece a governança agrícola nacional, visto que ele orienta políticas públicas, incentiva práticas de plantio sustentáveis e contribui para o cumprimento de metas ambientais, como as previstas no Plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono).
Ao utilizar dados climáticos e modelos preditivos, o zoneamento reduz desperdícios, protege o solo e contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Aldo Vendramin ressalta que essa é a agricultura do futuro: baseada em evidências, voltada à sustentabilidade e conectada ao território. O ZARC é mais do que uma ferramenta técnica, é um instrumento de planejamento, resiliência e sustentabilidade.
O ZARC mostra que o agronegócio brasileiro pode ser competitivo e ambientalmente responsável ao mesmo tempo, desde que utilize a informação como base da tomada de decisão. A inteligência no campo começa com o respeito à natureza e ao conhecimento, e o zoneamento agrícola traduz exatamente isso: ciência aplicada à prática, transformando o risco em oportunidade e a incerteza em estratégia.
Autor: Simon Smirnov
