A estrada para a preservação: veja como a pavimentação pode ser mais sustentável com Agenor Vicente Pelissa

Simon Smirnov
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De acordo com Agenor Vicente Pelissa, produtor rural e presidente da Associação da Rodovia MT 422 (Abrajas), a pavimentação de estradas e o desenvolvimento de infraestrutura são essenciais para o crescimento econômico e a conectividade de regiões. No entanto, essas obras podem impactar consideravelmente o meio ambiente, principalmente em áreas sensíveis como florestas, áreas de preservação e ecossistemas frágeis. 

Diante desse cenário, a busca por soluções que equilibrem desenvolvimento e preservação se torna urgente. Pensando nisso, em seguida, discutiremos como o planejamento consciente e o uso de novas tecnologias podem ajudar a minimizar esses impactos, proporcionando um desenvolvimento mais sustentável.

Como evitar danos ambientais no planejamento de rodovias?

A primeira etapa para preservar o meio ambiente durante a construção de rodovias começa no planejamento, como destaca o empresário rural Agenor Vicente Pelissa. Estudar minuciosamente a área onde a estrada será construída permite identificar ecossistemas sensíveis, fauna e flora locais, além de mapear as áreas de preservação que podem ser afetadas. 

Com essas informações em mãos, é possível traçar rotas alternativas que desviem dessas áreas, reduzindo o impacto ambiental. Ademais, envolver equipes multidisciplinares no projeto, como biólogos, engenheiros ambientais e urbanistas, garante uma visão mais ampla dos riscos e das oportunidades de preservação.

Agenor Vicente Pelissa

Segundo Agenor Vicente Pelissa, outro ponto importante no planejamento é a realização de estudos de impacto ambiental rigorosos. Esses estudos ajudam a antecipar os efeitos da construção e identificar as melhores práticas de mitigação dos danos. A implementação de barreiras acústicas e sistemas de drenagem, por exemplo, pode minimizar os efeitos da estrada na fauna e nos corpos d’água próximos. Assim, o planejamento estratégico e detalhado permite que a construção avance de maneira responsável e sustentável.

Conheça as tecnologias que podem ser utilizadas para reduzir o impacto ambiental da pavimentação

A tecnologia tem sido uma grande aliada na redução dos impactos ambientais em obras de pavimentação, conforme comenta o produtor rural Agenor Vicente Pelissa. Um exemplo disso são os materiais sustentáveis, como o asfalto reciclado e os concretos permeáveis. Esses materiais não apenas reduzem a quantidade de recursos naturais extraídos, mas também melhoram a absorção da água da chuva, diminuindo os riscos de erosão e de enchentes. Outro avanço importante é o monitoramento ambiental durante a obra, que pode ser feito com drones.

Como promover a conscientização sobre a preservação ambiental entre os envolvidos?

Entretanto, não basta ter tecnologias e planejamentos eficientes; é fundamental que todos os envolvidos estejam comprometidos com a preservação ambiental. Para isso, campanhas de conscientização e treinamentos específicos para as equipes de construção são cruciais. Pois, quando os profissionais entendem a importância de preservar o meio ambiente e os benefícios que isso traz para a sociedade e para a natureza, eles passam a adotar práticas mais cuidadosas e a valorizar o impacto positivo de seu trabalho.

Aliás, além das equipes de construção, é importante engajar a comunidade local e os órgãos de fiscalização. De acordo com o presidente da Abrajas, Agenor Vicente Pelissa, informar a população sobre as ações de preservação em andamento pode gerar um sentimento de participação e responsabilidade coletiva. Assim sendo, com a comunidade envolvida, fica mais fácil garantir que as medidas de proteção ambiental serão respeitadas, tanto durante a obra quanto depois de sua conclusão.

Práticas que permitem um progresso sustentável

Em última análise, fica evidente que equilibrar o desenvolvimento de infraestrutura rodoviária com a preservação ambiental em áreas sensíveis é um desafio que exige planejamento cuidadoso, uso de tecnologia e conscientização das equipes envolvidas. Mas, ao implementar essas práticas, é viável a construção de um futuro onde o desenvolvimento e o meio ambiente coexistam de forma harmoniosa.

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